PROJETO BIKE PE - RECIFE

Projeto Bike PE vai disponibilizar 700 bicicletas para o Grande Recife


Ao todo, 70 estações devem ser instaladas até outubro deste ano.
Serão 60 no Recife, cinco em Olinda e cinco em Jaboatão dos Guararapes.

Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes vão contar com o primeiro sistema intermunicipal de compartilhamento de bicicletas do Brasil a partir deste ano. Até outubro, 70 estações deverão ser implantadas em 20 bairros das três cidades, abrigando as 700 novas bicicletas do projeto chamado Bike PE. O centro do Recife já conta com oito estações do projeto instaladas.

A iniciativa foi divulgada nesta quinta-feira (23) e é uma parceria entre o Governo do Estado de Pernambuco, as prefeituras do Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, Banco Itaú e Serttel. De acordo com o secretário das Cidades, Danilo Cabral, o projeto vai abarcar as necessidades de 13% da população, usuária de bicicletas para transporte ou lazer, e foi definido sem esquecer do diálogo com as partes mais interessadas. "Fizemos uma conversa, chamamos os cicloativistas, fizemos isso de forma coletiva. Essa interação nos ajuda a superar esse enorme desafio de garantir mobilidade urbana sustentável. Este projeto é sustentável e ambientamente adequado", afirma.

Para o presidente da Samba/Sertell, empresa responsável por implantar o projeto, Ângelo Leite, a vontade de trazer a bicicleta pública para o país vem de longa data. "Desde 2008 incorporamos o sonho de trazer a iniciativa para o Brasil e mostrar que é possível trazer soluções que possam modificar o ambiente urbano e a visão que todo mundo tem dele", declarou. Ângelo afirmou, ainda, que mesmo que não seja possível em todos os casos, os locais das estações vão dar preferência às vagas de estacionamento na rua. "Orientamos que as bicicletas sejam postas nas vagas dos carros. É um aproveitamento muito melhor; um carro pode virar dez bicicletas", disse. Ele disse também que as estações que forem instaladas nas calçadas não devem trazer prejuízos aos pedestres.

Os equipamentos estarão disponíveis à população durante todos os dias da semana, das 6h às 22h. A bicicleta poderá ser usada por 30 minutos seguidos, e o ciclista pode usar quantas vezes quiser ao longo do dia, desde que devolva o equipamento a uma das estações por um período de pelo menos 15 minutos. Para utilizar o sistema, o usuário das bicicletas deverá fazer um cadastro prévio pela internet. Um aplicativo do Bike PE está disponível para Iphone e Android.

O custo do serviço será de R$ 10 mensais. Para os usuários do Vale Eletrônico Metropolitano (VEM), o valor será de R$ 10 ao ano. Danilo Cabral conta que esta é uma das grandes vantagens. A ideia é favorecer ainda mais a interação entre os tipos de transporte público modais", afirmou. Para cada meia-hora excedente, será cobrada uma taxa de R$ 5. Serão 60 estações no Recife, cinco em Jaboatão e cinco em Olinda. Cada bicicleta vai ter uma apólice de seguro que prevê a cobertura para o usuário em caso de acidentes ou danos a terceiros.

O serviço vai funcionar de forma semelhante aos projetos Bike Rio - que tem cerca de 150 mil usuários, implantado em 2011 - e Bike Sampa - maior compartilhamento de bicicletas do país, implantado há um ano e que já conta com 100 estações e mil equipamentos.

Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/05/projeto-bike-pe-vai-disponibilizar-700-bicicletas-para-o-grande-recife.html

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LIVRO FAZ TRIBUTO A GILBERTO FREYRE E `A GASTRONOMIA DE PERNAMBUCO

Gilberto Freyre e o poeta Manuel Bandeira
(Foto:Acervo Fundação Gilberto Freyre)

Maria Lecticia Cavalcanti é estudiosa da obra do sociólogo.

Lançamento será nesta quinta-feira (23), em restaurante do Recife.
A relação do sociólogo pernambucano Gilberto Freyre com a comida sempre esteve presente em suas obras. Em “Casa Grande & Senzala”, “Sobrados e mucambos”, “Ordem e progresso”, só para citar os livros mais conhecidos, há muitos relatos sobre a culinária de Pernambuco. Para reunir análises freyrianas sobre alimentos e o prazer de se estar em torno da mesa, a pesquisadora Maria Lecticia Monteiro Cavalcanti lança, nesta quinta-feira (23), às 17h, n'O Pátio Café, nas Graças, Zona Norte do Recife, o livro “Gilberto Freyre e as aventuras do paladar”.


"Este livro foi concebido como um tributo a esse grande mestre, para permitir, sobretudo entre não iniciados, melhor compreensão de seu pensamento sobre os sabores", disse Maria Lecticia, em entrevista ao G1. Ela conta que começou a se interessar mais pela temática gastronômica abordada pelo sociólogo depois que percebeu que apenas "Casa Grande & Senzala" e "Açúcar" eram os poucos livros do pernambucano a serem citados em seminários e palestras sobre o assunto. "Comecei, por curiosidade, a procurar em outros livros. E os alimentos estavam presentes em todos eles, inclusive em 'Quase política' e 'Discursos parlamentares', em que estão suas falas como deputado federal", destacou.


A autora conseguiu identificar, através de pesquisas sobre o sociólogo, que ele descrevia a culinária pernambucana como balanceada. "Para ele, a principal característica da cozinha pernambucana é o equilíbrio. Não há nela, segundo Freyre, 'o predomínio da tradição africana, como na Bahia; nem o da tradição indígena, como no Pará e no Amazonas; também não se afirmaria em Pernambuco nenhum exclusivismo de tradição européia que artificializasse a cozinha dos senhores de engenho'".

Maria Lecticia pesquisou por quatro anos elementos da cozinha que ajudaram a construir a cultura ao longo dos séculos. Os assuntos foram divididos por temas, distribuídos em 20 capítulos, com citações de Gilberto Freyre em seus 78 livros publicados durante a vida, e também os oito póstumos e outras publicações.

"No início, a ideia era organizar por ordem alfabética, como um dicionário. Mas compreendi que Gilberto Freyre merecia um pouco mais de esforço meu. Dividi em uma sequência lógica, por temas, agregando observações quando entendi pertinentes, permitindo, assim, que o leitor possa conhecer seu pensamento por suas próprias palavras", explicou.

Serviço
Lançamento do livro "Gilberto Freyre e as aventuras do paladar", de Maria Lecticia Monteiro Cavalcanti
Quinta-feira (23), às 17h
O Pátio Café - Avenida Rui Barbosa, n° 141 - Graças


Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/05/livro-faz-tributo-gilberto-freyre-e-gastronomia-de-pernambuco.html

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FESTIVAL INTERNACIONAL DE POESIA DO RECIFE


Pelo segundo ano, o Recife abre espaço para contemplar a tradição poética da cidade conectando-a com o que é produzido em outros lugares. Pensando nisso, o Festival Internacional de Poesia do Recife – Ano II, acontece entre os dias 23 e 26 de maio de 2013, na capital pernambucana. Tendo como polo principal a Torre Malakoff e, ainda, ações descentralizadas nos mercados da Madalena e da Boa Vista, no IMIP e no Parque Dona Lindu, o evento visa estabelecer pontes entre diversas poéticas do mundo tendo como base o trabalho dos poetas pernambucanos através de debates, diálogos, performances, entre outras ações.



A Torre Malakoff é o principal polo do FIP 2013 e receberá uma programação intensa durante quatro dias. Abreu Praxe, da Angola, Mario Bojórquez, do México, Cecilia Eraso, da Argentina e Angélica Freitas, do Rio Grande do Sul, são alguns dos nomes que irão compor a programação com nomes pernambucanos como Micheliny Verunschk, Jussara Salazar e Fernando Monteiro. Além das rodas de poesia, diálogos e performances, o espaço vai abrigar uma intervenção intitulada “Poesia na nuvem”, que consiste na pintura de uma biblioteca virtual, feita por artistas como Raoni Assis, com curadoria d’A casa do cachorro preto, em que o público poderá baixar da internet obras de poetas pernambucanos através de QR Codes. A ação irá acontecer no hall de entrada da Torre e deve permanecer mesmo depois do festival. A ação acontece em paralelo nas cidades de Clermont-Ferrand e Recife, como parte do acordo de cooperação entre a Secult-PE/ Fundarpe e a Universidade Blaise Pascal.


http://festivalinternacionaldepoesia.com/

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ATRIZES PERNAMBUCANAS PARA O BRASIL VER


Cinco atrizes locais ganham projeção nacional em novelas, minisséries e seriados produzidos para a TV 


A teledramaturgia revela “caras novas” tão rapidamente quanto as cenas dos próximos capítulos. Umas viram nomes carimbados nos créditos de séries, minisséries e novelas. Outras desaparecem tão velozmente quanto surgiram. E Pernambuco movimenta o circuito. Atrizes daqui batalham um lugar sob os flashes, sem que o telespectador saiba de onde vieram. É que o sotaque é disfarçado nas aulas de prosódia ou sessões com fonoaudiólogos, indispensáveis na TV. 


 A recifense Lucy Ramos é um exemplo. A Sheila, de Salve Jorge (Globo), tem 30 anos e nove novelas no currículo. O primeiro papel na TV foi em Começar de novo, de 2004. Passou por tramas como Cordel encantado, Paraíso, Malhação e Sinhá moça e o seriado As brasileiras. Ela foi a São Paulo aos cinco anos, onde cresceu, trabalhou como modelo e se dedicou mais ao teatro e à TV. Foi convidada pela diretora Sandra Werneck a viver a ex-ministra Marina Silva. O filme está em fase de pré-produção.



Assim como Lucy, moda foi a primeira opção da atriz Rhaisa Batista. A pernambucana foi criada em Lagoa de Itaenga, a 72 quilômetros do Recife. Em dois anos, atuou no seriado Louco por elas e na novela Lado a lado. Hoje, está em Malhação. “Veio a oportunidade do teste, ainda sem experiência. Fiquei apavorada. Mas encarei e deu tudo certo. Não podia deixar de tentar”, recorda a atriz, sobre a estreia em Louco por elas.

A modelo não pretende abandonar as passarelas. Apenas se preocupa em ampliar o tempo de dedicação aos estudos de interpretação. “A cada minuto de glamour, são horas de ralação, de muito trabalho. Ser atriz é uma profissão que exige dedicação”, frisa.




Filha da bailarina Andréa Carvalho, a atriz Rayana Carvalho vai estrear como Lis na novela Dona Xepa, na TV Clube/Record, a quinta da trajetória. Aos 26 anos, já passou pelo elenco de Água na boca (Band) e Rebelde (Record).  







 Já para quem acompanha a produção do cinema pernambucano, é fácil reconhecer a atriz Renata Roberta. Antes de estrear em Flor do Caribe (Globo), atuou em Era uma vez eu, Verônica, de Marcelo Gomes, e O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho. Renata mora há dois anos em São Paulo.








Aos 28 anos, a atriz Chandelly Braz é outro destaque “pernambucano” na telinha. Nasceu em Minas Gerais, mas veio morar no estado aos sete meses. Nunca retornou à terra natal e se diz pernambucana. Na infância, sofreu bullying devido à semelhança do nome ao de sobremesa de chocolate. 

Participou das séries Clandestinos e Louco por elas, ambas da Globo, e fez sucesso como a periguete Brunessa em Cheias de charme. O trabalho rendeu o convite para ser Marcina na nova versão de Saramandaia, de Ricardo Linhares, que deve estrear em junho. Vai encenar o papel que, na versão de 1976, foi da marcante Sônia Braga. Mas o desafio não a inibe. 




Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2013/05/22/internas_viver,440725/atrizes-pernambucanas-para-o-brasil-ver.shtml




COM INVESTIMENTOS DE U$ 50 BI, NORDESTE VIRA ROTA DE GRANDES EMPRESAS

Obras no porto de Suape (PE), um dos  que mais recebem investimentos
Já se foi o tempo em que as belas praias impulsionavam quase solitariamente a economia do Nordeste. Nos últimos anos, a região deixou de apenas atrair turistas e passou a ser receptora também de investimentos de peso, ajudando os Estados a se industrializarem. Nos últimos cinco anos, o Nordeste passou a atrair grandes investimentos. Entre os setores, estão fábricas de carros e motos, refinarias, estaleiros e siderúrgicas. A região tem perspectivas de receber mais de R$ 100 bilhões. Somente nos três maiores polos de desenvolvimento da região -Suape (PE), Pecém (CE) e Camaçari (BA)-, os investimentos captados nos últimos cinco anos e projetados até 2015 somam cerca de R$ 98 bilhões, segundo dados levantados pelo UOL.

Fora os principais polos, o Nordeste ainda conta com outros grandes empreendimentos em andamento, como a nova fábrica da Fiat, que será instalada em Goiana (a 80 km do Recife). A montadora está investindo R$ 4 bilhões. Mesmo que de forma mais tímida, outros Estados também se se movem para atrair empresas.
No Maranhão, por exemplo, há expectativa pelo investimento de uma refinaria da Petrobras. Em Alagoas, um estaleiro do grupo Sinergy é prometido pelo governo do Estado e deve ser construído em Coruripe, no litoral sul do Estado. Além disso, todos os Estados receberam grandes redes de magazine, supermercados e comemoraram construções de novos shoppings.

"A existência de uma infraestrutura [estradas, portos, aeroportos, energia] melhorada nestas duas últimas décadas, a presença de várias cadeias produtivas espalhadas pelos Estados, um mercado de consumo crescente e a permanência de incentivos fiscais, explicam a atratividade de projetos industriais para a região nordestina nestes últimos anos", diz o economista Cícero Péricles, professor da Universidade Federal de Alagoas e doutor em economia regional.

Fonte: Uol - http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/19/com-investimentos-de-mais-de-r-100-bi-nordeste-vira-rota-de-grandes-empresas.htm