ORQUESTRA CONTEMPORANEA DE RECIFE


Orquestra Contemporânea de Olinda faz show no Recife com Zé Manoel

Músico foi convidado para se apresentar no Teatro Luiz Mendonça.
Show também celebra a abertura de turnê por 12 estados brasileiros.

O projeto "Orquestra Contemporânea de Olinda convida..." recebe, neste sábado (25), o músico petrolinense Zé Manoel. O show será às 21h, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife.


Em entrevista ao G1 por e-mail, a Orquestra Contemporânea de Olinda falou que o show marca o início da nova turnê, que irá passar por 12 estados brasileiros. "Acabamos de receber a notícia do patrocínio de dois anos da Petrobras, resultado de um edital de grande concorrência em todo País. Estão previstos 27 shows por 12 estados brasileiros, além de um novo disco", afirmaram o guitarrista Juliano Holanda e o percussionista Gilú Amaral, idealizador do grupo.

A apresentação será uma oportunidade da "big band" tocar pela primeira vez com Zé Manoel. As composições do músico serão mostrada de forma mais agitada. "Zé Manoel é um conhecido nosso antigo, que está na estrada há um tempo e que agora começa a ser reconhecido por seu trabalho. Para o show de sábado, fizemos novos arranjos para as músicas dele, geralmente apresentadas de maneira mais intimista", revelaram.

A orquestra receberá ainda a cantora pernambucana Isadora Melo no palco. "A ideia do projeto 'OCO convida' é trazer ao Recife e Olinda outros artistas, alguns em começo de carreira e outros de renome nacional. Em breve divulgaremos quem será o nosso próximo convidado."

A OCO acredita que vem conquistando sucesso em cinco anos de carreira ao conseguir reunir, em um único projeto musical, várias representações culturais de Pernambuco, como o frevo, a percussão, a poesia popular. "É um time que temos orgulho de apresentar. Não inventamos ser o que não somos. Somos o que somos. Talvez, por isso, aparecemos no cenário nacional como um grupo origina", finalizaram.

Serviço
Show da Orquestra Contemporânea de Olinda com Zé Manoel
Sábado (25), às 21h, no Teatro Luiz Mendonça
Parque Dona Lindu, Boa Viagem, Recife
Ingressos: R$ 20 a R$ 40
Vendas: Creperia de Olinda, 3emeio Cultura em movimento e pelo site Eventick
Informações: (81) 3032-4081


Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/05/orquestra-contemporanea-de-olinda-faz-show-no-recife-com-ze-manoel.html


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O NORDESTE CRESCE MAIS QUE O BRASIL E GANHA PODER ECONOMICO


A região já tem um poder de compra estimado em quase 450 bilhões de reais. Mas, com uma classe média que deverá alcançar 50% da população em cinco anos, sua ascensão está apenas no começo.

Recife - No momento em que a economia do brasil caminha de lado e cheia de incertezas, com previsão de crescimento de pouco mais de 2% neste ano, o Nordeste ganha corpo na mira das empresas. O produto interno bruto da região no ano passado teve expansão de 3% — é pouco, mas foi mais que o triplo da média do país.

Ali, onde vive mais de um quarto da população brasileira, a classe média foi engrossada em 20 pontos percentuais na última década, alcançando 42% dos habitantes. A classe A também ganhou agregados e saltou de 5% para 9% desde 2002. Com o objetivo de discutir o potencial da região, foi realizado no dia 13 de agosto, em Recife, o primeiro EXAME Fórum Nordeste. 

O evento reuniu políticos locais e executivos de empresas com atuação na região. Estiveram presentes os governadores Eduardo Campos, de Pernambuco, Jaques Wagner, da Bahia, Ricardo Coutinho, da Paraíba, e Rosalba Ciarlini, do Rio Grande do Norte. O governador paraibano ressaltou que há um espírito de colaboração entre os estados nordestinos. 

“Temos um interesse comum e, se juntarmos esforços, poderemos ampliar essa fronteira de desenvolvimento do país”, disse Coutinho. Pelo setor privado, participaram dos painéis de discussão presidentes de companhias como Boticário, Walmart, Whirlpool, Alesat, Eletro Shopping e Três Corações. 

Para as empresas ficou uma certeza: quem quer crescer no país precisa estar no Nordeste. “A região responde por mais de 30% do consumo de cosméticos no Brasil e tem grande potencial de expansão”, disse Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário. “Muitos dos produtos que lançamos pensando no consumidor nordestino viram sucessos nacionais.” 

O poder de consumo nessa parte do Brasil tem muito espaço para evoluir. “Em cinco anos a classe média nordestina deverá superar os 50% da população”, diz Renato Meirelles, presidente da empresa de pesquisa Data Popular, que apresentou um estudo inédito no evento. 

Os números são animadores: o poder de compra dos nordestinos já chega quase a 450 bilhões de reais, valor que corresponde à economia de países como Peru e República Checa. Apesar dos desafios estruturais, como logística precária e escassez de mão de obra qualificada, e dos problemas sociais, o otimismo predomina na região. 

“As maiores oportunidades de negócio nos próximos anos estão em cidades médias, com até 500 000 habitantes”, disse Claudio Porto, presidente da consultoria de gestão Macroplan, que fez a palestra de abertura do fórum. “Atualmente, elas são a parte mais dinâmica do Nordeste.”

O varejista Walmart identificou esse potencial há nove anos, quando comprou a rede Bompreço — empresa nordestina que pertencia ao grupo holandês Royal Ahold — por 300 milhões de dólares. Quase metade das 557 lojas do Walmart no país está na região. “Entramos no lugar certo, na hora certa”, disse José Rafael Vasquez, vice-presidente comercial do Walmart.

Os resultados obtidos justificam o foco da rede no Nordeste. Cerca de 28% da renda dos nordestinos é destinada à alimentação, enquanto a média nacional é de 24%. O Walmart tira bom proveito disso: enquanto o tíquete médio das compras em supermercados no país todo é de 19 reais, os nordestinos gastam em média 49 reais nas lojas do Walmart. “O Nordeste é outro Brasil”, afirmou Vasquez. 

O ritmo de crescimento do Nordeste é maior porque a região ficou estagnada por muito tempo — partiu de um ponto mais baixo na escala do desenvolvimento. “De uma década para cá, sentimos os efeitos de uma série de políticas públicas que aumentaram o emprego e a renda”, disse o governador Eduardo Campos. 

“Mas ainda temos só 13% do PIB do Brasil, com 28% da população. Para igualar as coisas, precisamos crescer 3 pontos acima da média do país durante ao menos 16 anos.” 

A superação do atraso gera muitas oportunidades. Foi o que notou o Banco Gerador, fundado há quatro anos em Pernambuco. Como apenas metade dos nordestinos é servida por bancos, a instituição trabalha justamente para atender quem não tem conta-corrente. 

Recebe 1,5 milhão de pagamentos de títulos por mês nas 110 lojas Banorte, espécie de rede que oferece a pessoas físicas serviços como microcrédito, empréstimos e seguros. “Não temos a pretensão de competir com os grandes bancos”, afirma Paulo Dalla Nora, presidente do Banco Gerador. 

Além de atuar com pessoas físicas no Banorte, o Gerador atende pequenas e médias empresas com negócios de até 50 milhões de reais. “Queremos o cliente que os grandes bancos não querem”, diz Dalla Nora. 

A pesquisa do Data Popular aponta que o potencial de vendas no Nordeste, durante os próximos 12 meses, soma 1,2 milhão de imóveis, 1,6 milhão de carros e 1 milhão de motos. O levantamento ainda indicou que os nordestinos estão cada vez mais sofisticados. A região concentra a maior intenção de compra do país em itens como notebooks, smartphones e tablets. 

Não é à toa que empresas como Samsung e LG têm voltado a atenção para a região. Mas produtos tradicionais, como máquinas de lavar e refrigeradores, ainda são objeto de desejo de muitos lares nordestinos. O mercado regional responde por 22% das vendas de linha branca do país.

Isso porque, enquanto 53% dos brasileiros têm uma máquina de lavar, apenas 27% dos nordestinos dispõem do produto. Os micro-ondas estão presentes em apenas um terço das casas. “Há muito espaço para crescer, porque muitas vezes trata-se do primeiro eletrodoméstico da família”, disse João Carlos Brega, presidente da fabricante de eletrodomésticos Whirlpool.

Além da demanda reprimida, Brega acredita que o mercado se manterá aquecido na região porque recentemente o governo federal anunciou 2 bilhões de reais para uma nova linha de financiamento à compra de móveis e eletrodomésticos, destinada aos participantes do programa Minha Casa, Minha Vida. 

A hora é agora 

As iniciativas governamentais têm grande participação no aumento de renda da região — a mais beneficiada do país. Em 2013, o Bolsa Família deve repassar 25 bilhões de reais para mais de 13,8 milhões de famílias, metade delas no Nordeste. Na região, quatro em cada dez famílias recebem o benefício social, com valor médio de 152 reais por mês. 

Com o aumento da renda por meio dos programas sociais, a região viu sua indústria crescer nos últimos anos. Empresas como Fiat, GE, Bauducco e Kimberly-Clark se instalaram ou anunciaram fábricas locais. Para essas companhias, a melhor hora para estar no Nordeste é agora. 

Esse também é o caso do Boticário, segundo maior fabricante de cosméticos do país, que vai inaugurar sua primeira fábrica no Nordeste em 2014. Segundo Artur Grynbaum, do Boticário, a unidade em Camaçari, na Grande Salvador, vai dobrar a capacidade produtiva no país. Foram investidos 535 milhões de reais na fábrica e em um centro de distribuição. 

“As vendas na região crescem acima da média brasileira, na ordem de 15% ao ano, e decidimos nos aproximar mais desse mercado”, diz Grynbaum. Cerca de 30% das 1 081 lojas do grupo estão nas regiões Norte e Nordeste e a nova fábrica vai atender esse mercado. 

Enquanto o Nordeste recebe fábricas de empresas que antes só vendiam por lá, companhias fundadas na região têm saído a campo pelo país. A Alesat Combustíveis ergueu seu negócio atendendo pequenas cidades nordestinas. “São municípios com uma frota crescente”, disse Marcelo Alecrim, presidente da Alesat. 

“Pessoas que andavam de jegue compraram sua primeira motocicleta e precisam abastecer.” Após ter se tornado a segunda maior distribuidora da região, a Alesat ampliou a cobertura e atualmente o Nordeste representa 25% do faturamento anual de 8,9 bilhões de reais. 

No mesmo caminho, o Grupo Três Corações, fundado no Rio Grande do Norte como Santa Clara, há 54 anos, passou de pequena produtora de café a líder de mercado no Nordeste e, recentemente, o primeiro colocado no país todo, com 2,2 bilhões de reais de faturamento. 

“Com o que aprendemos de logística na nossa região, ganhamos uma vantagem competitiva para atuar em qualquer lugar”, disse Pedro Lima, presidente da Três Corações. A expansão das empresas nordestinas comprova que não é só o Brasil que está de olho no Nordeste. O Nordeste também está de olho no Brasil.

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1047/noticias/o-nordeste-quer-mais?page=1


COLAB, SOLUÇAO PARA CIDADES DO RECIFE PARA O MUNDO


Colab, rede social brasileira, leva prêmio mundial de melhor app urbana
A rede venceu o concurso AppMyCity, realizado durante o evento New Cities Summit, que aconteceu esta semana em São Paulo

A rede social brasileira Colab, criada com a finalidade de construir um ambiente melhor para a vida em sociedade, conquistou com seu aplicativo o prêmio de melhor app urbano do mundo, concedido pelo concurso AppMyCity, competição realizada pela organização New Cities Foundation durante o evento New Cities Summit, que aconteceu nesta semana em São Paulo. 

O Colab era o único representante brasileiro entre três finalistas e venceu a disputa contra aplicativos dos Estados Unidos e de Israel. O AppMycity foi uma das atrações do II New Cities Summit, evento criado para discussão sobre a vida em grandes metrópoles e que contou com a presença dos prefeitos de São Paulo, Porto Alegre, Dallas (EUA), Roterdã (Holanda) e Santiago (Chile). 




Também participaram do evento executivos do Google, Cisco, GE e PWC, além de especialistas do MIT, da Sorbonne e da USP, entre outros. Esta é a segunda edição do New Cities Summit, que pela primeira vez foi realizado em uma cidade brasileira – São Paulo. Anteriormente, foi sediado em Paris, na França. 

O Colab foi escolhido como o melhor aplicativo urbano do mundo por meio de votos de um júri composto por nove experts em gestão pública e privada, cidadãos comuns e entidades sem fins lucrativos. “Não tenho palavras para descrever o quanto é gratificante esse prêmio para nós. Ele demonstra que o Colab está realmente sendo importante para a melhoria das cidades como todo”, comemora Gustavo Maia, sócio-fundador do Colab. 

Criado pela Quick, empresa de Gustavo Maia, Bruno Acaraty e Paulo Pandolfi, o Colab é uma rede social que tem como objetivo conectar pessoas com um interesse em comum: as cidades. A rede social permite que os cidadãos reportem diariamente os problemas das cidades, proponham novos projetos e soluções e ainda avaliem os serviços públicos. 

A plataforma também tem um ranking de interatividade (gamification). A cada participação, o usuário recebe uma pontuação específica, que é somada a um número chamado “colab”. Para se cadastrar no Colab, basta entrar no endereço www.colab.re. Além da web, a nova rede social também tem aplicativos para iPhone (iOS) e Android. Atualmente o Colab está disponível para todas as cidades do país.



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PROJETO BIKE PE - RECIFE

Projeto Bike PE vai disponibilizar 700 bicicletas para o Grande Recife


Ao todo, 70 estações devem ser instaladas até outubro deste ano.
Serão 60 no Recife, cinco em Olinda e cinco em Jaboatão dos Guararapes.

Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes vão contar com o primeiro sistema intermunicipal de compartilhamento de bicicletas do Brasil a partir deste ano. Até outubro, 70 estações deverão ser implantadas em 20 bairros das três cidades, abrigando as 700 novas bicicletas do projeto chamado Bike PE. O centro do Recife já conta com oito estações do projeto instaladas.

A iniciativa foi divulgada nesta quinta-feira (23) e é uma parceria entre o Governo do Estado de Pernambuco, as prefeituras do Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, Banco Itaú e Serttel. De acordo com o secretário das Cidades, Danilo Cabral, o projeto vai abarcar as necessidades de 13% da população, usuária de bicicletas para transporte ou lazer, e foi definido sem esquecer do diálogo com as partes mais interessadas. "Fizemos uma conversa, chamamos os cicloativistas, fizemos isso de forma coletiva. Essa interação nos ajuda a superar esse enorme desafio de garantir mobilidade urbana sustentável. Este projeto é sustentável e ambientamente adequado", afirma.

Para o presidente da Samba/Sertell, empresa responsável por implantar o projeto, Ângelo Leite, a vontade de trazer a bicicleta pública para o país vem de longa data. "Desde 2008 incorporamos o sonho de trazer a iniciativa para o Brasil e mostrar que é possível trazer soluções que possam modificar o ambiente urbano e a visão que todo mundo tem dele", declarou. Ângelo afirmou, ainda, que mesmo que não seja possível em todos os casos, os locais das estações vão dar preferência às vagas de estacionamento na rua. "Orientamos que as bicicletas sejam postas nas vagas dos carros. É um aproveitamento muito melhor; um carro pode virar dez bicicletas", disse. Ele disse também que as estações que forem instaladas nas calçadas não devem trazer prejuízos aos pedestres.

Os equipamentos estarão disponíveis à população durante todos os dias da semana, das 6h às 22h. A bicicleta poderá ser usada por 30 minutos seguidos, e o ciclista pode usar quantas vezes quiser ao longo do dia, desde que devolva o equipamento a uma das estações por um período de pelo menos 15 minutos. Para utilizar o sistema, o usuário das bicicletas deverá fazer um cadastro prévio pela internet. Um aplicativo do Bike PE está disponível para Iphone e Android.

O custo do serviço será de R$ 10 mensais. Para os usuários do Vale Eletrônico Metropolitano (VEM), o valor será de R$ 10 ao ano. Danilo Cabral conta que esta é uma das grandes vantagens. A ideia é favorecer ainda mais a interação entre os tipos de transporte público modais", afirmou. Para cada meia-hora excedente, será cobrada uma taxa de R$ 5. Serão 60 estações no Recife, cinco em Jaboatão e cinco em Olinda. Cada bicicleta vai ter uma apólice de seguro que prevê a cobertura para o usuário em caso de acidentes ou danos a terceiros.

O serviço vai funcionar de forma semelhante aos projetos Bike Rio - que tem cerca de 150 mil usuários, implantado em 2011 - e Bike Sampa - maior compartilhamento de bicicletas do país, implantado há um ano e que já conta com 100 estações e mil equipamentos.

Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/05/projeto-bike-pe-vai-disponibilizar-700-bicicletas-para-o-grande-recife.html

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LIVRO FAZ TRIBUTO A GILBERTO FREYRE E `A GASTRONOMIA DE PERNAMBUCO

Gilberto Freyre e o poeta Manuel Bandeira
(Foto:Acervo Fundação Gilberto Freyre)

Maria Lecticia Cavalcanti é estudiosa da obra do sociólogo.

Lançamento será nesta quinta-feira (23), em restaurante do Recife.
A relação do sociólogo pernambucano Gilberto Freyre com a comida sempre esteve presente em suas obras. Em “Casa Grande & Senzala”, “Sobrados e mucambos”, “Ordem e progresso”, só para citar os livros mais conhecidos, há muitos relatos sobre a culinária de Pernambuco. Para reunir análises freyrianas sobre alimentos e o prazer de se estar em torno da mesa, a pesquisadora Maria Lecticia Monteiro Cavalcanti lança, nesta quinta-feira (23), às 17h, n'O Pátio Café, nas Graças, Zona Norte do Recife, o livro “Gilberto Freyre e as aventuras do paladar”.


"Este livro foi concebido como um tributo a esse grande mestre, para permitir, sobretudo entre não iniciados, melhor compreensão de seu pensamento sobre os sabores", disse Maria Lecticia, em entrevista ao G1. Ela conta que começou a se interessar mais pela temática gastronômica abordada pelo sociólogo depois que percebeu que apenas "Casa Grande & Senzala" e "Açúcar" eram os poucos livros do pernambucano a serem citados em seminários e palestras sobre o assunto. "Comecei, por curiosidade, a procurar em outros livros. E os alimentos estavam presentes em todos eles, inclusive em 'Quase política' e 'Discursos parlamentares', em que estão suas falas como deputado federal", destacou.


A autora conseguiu identificar, através de pesquisas sobre o sociólogo, que ele descrevia a culinária pernambucana como balanceada. "Para ele, a principal característica da cozinha pernambucana é o equilíbrio. Não há nela, segundo Freyre, 'o predomínio da tradição africana, como na Bahia; nem o da tradição indígena, como no Pará e no Amazonas; também não se afirmaria em Pernambuco nenhum exclusivismo de tradição européia que artificializasse a cozinha dos senhores de engenho'".

Maria Lecticia pesquisou por quatro anos elementos da cozinha que ajudaram a construir a cultura ao longo dos séculos. Os assuntos foram divididos por temas, distribuídos em 20 capítulos, com citações de Gilberto Freyre em seus 78 livros publicados durante a vida, e também os oito póstumos e outras publicações.

"No início, a ideia era organizar por ordem alfabética, como um dicionário. Mas compreendi que Gilberto Freyre merecia um pouco mais de esforço meu. Dividi em uma sequência lógica, por temas, agregando observações quando entendi pertinentes, permitindo, assim, que o leitor possa conhecer seu pensamento por suas próprias palavras", explicou.

Serviço
Lançamento do livro "Gilberto Freyre e as aventuras do paladar", de Maria Lecticia Monteiro Cavalcanti
Quinta-feira (23), às 17h
O Pátio Café - Avenida Rui Barbosa, n° 141 - Graças


Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/05/livro-faz-tributo-gilberto-freyre-e-gastronomia-de-pernambuco.html

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FESTIVAL INTERNACIONAL DE POESIA DO RECIFE


Pelo segundo ano, o Recife abre espaço para contemplar a tradição poética da cidade conectando-a com o que é produzido em outros lugares. Pensando nisso, o Festival Internacional de Poesia do Recife – Ano II, acontece entre os dias 23 e 26 de maio de 2013, na capital pernambucana. Tendo como polo principal a Torre Malakoff e, ainda, ações descentralizadas nos mercados da Madalena e da Boa Vista, no IMIP e no Parque Dona Lindu, o evento visa estabelecer pontes entre diversas poéticas do mundo tendo como base o trabalho dos poetas pernambucanos através de debates, diálogos, performances, entre outras ações.



A Torre Malakoff é o principal polo do FIP 2013 e receberá uma programação intensa durante quatro dias. Abreu Praxe, da Angola, Mario Bojórquez, do México, Cecilia Eraso, da Argentina e Angélica Freitas, do Rio Grande do Sul, são alguns dos nomes que irão compor a programação com nomes pernambucanos como Micheliny Verunschk, Jussara Salazar e Fernando Monteiro. Além das rodas de poesia, diálogos e performances, o espaço vai abrigar uma intervenção intitulada “Poesia na nuvem”, que consiste na pintura de uma biblioteca virtual, feita por artistas como Raoni Assis, com curadoria d’A casa do cachorro preto, em que o público poderá baixar da internet obras de poetas pernambucanos através de QR Codes. A ação irá acontecer no hall de entrada da Torre e deve permanecer mesmo depois do festival. A ação acontece em paralelo nas cidades de Clermont-Ferrand e Recife, como parte do acordo de cooperação entre a Secult-PE/ Fundarpe e a Universidade Blaise Pascal.


http://festivalinternacionaldepoesia.com/

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ATRIZES PERNAMBUCANAS PARA O BRASIL VER


Cinco atrizes locais ganham projeção nacional em novelas, minisséries e seriados produzidos para a TV 


A teledramaturgia revela “caras novas” tão rapidamente quanto as cenas dos próximos capítulos. Umas viram nomes carimbados nos créditos de séries, minisséries e novelas. Outras desaparecem tão velozmente quanto surgiram. E Pernambuco movimenta o circuito. Atrizes daqui batalham um lugar sob os flashes, sem que o telespectador saiba de onde vieram. É que o sotaque é disfarçado nas aulas de prosódia ou sessões com fonoaudiólogos, indispensáveis na TV. 


 A recifense Lucy Ramos é um exemplo. A Sheila, de Salve Jorge (Globo), tem 30 anos e nove novelas no currículo. O primeiro papel na TV foi em Começar de novo, de 2004. Passou por tramas como Cordel encantado, Paraíso, Malhação e Sinhá moça e o seriado As brasileiras. Ela foi a São Paulo aos cinco anos, onde cresceu, trabalhou como modelo e se dedicou mais ao teatro e à TV. Foi convidada pela diretora Sandra Werneck a viver a ex-ministra Marina Silva. O filme está em fase de pré-produção.



Assim como Lucy, moda foi a primeira opção da atriz Rhaisa Batista. A pernambucana foi criada em Lagoa de Itaenga, a 72 quilômetros do Recife. Em dois anos, atuou no seriado Louco por elas e na novela Lado a lado. Hoje, está em Malhação. “Veio a oportunidade do teste, ainda sem experiência. Fiquei apavorada. Mas encarei e deu tudo certo. Não podia deixar de tentar”, recorda a atriz, sobre a estreia em Louco por elas.

A modelo não pretende abandonar as passarelas. Apenas se preocupa em ampliar o tempo de dedicação aos estudos de interpretação. “A cada minuto de glamour, são horas de ralação, de muito trabalho. Ser atriz é uma profissão que exige dedicação”, frisa.




Filha da bailarina Andréa Carvalho, a atriz Rayana Carvalho vai estrear como Lis na novela Dona Xepa, na TV Clube/Record, a quinta da trajetória. Aos 26 anos, já passou pelo elenco de Água na boca (Band) e Rebelde (Record).  







 Já para quem acompanha a produção do cinema pernambucano, é fácil reconhecer a atriz Renata Roberta. Antes de estrear em Flor do Caribe (Globo), atuou em Era uma vez eu, Verônica, de Marcelo Gomes, e O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho. Renata mora há dois anos em São Paulo.








Aos 28 anos, a atriz Chandelly Braz é outro destaque “pernambucano” na telinha. Nasceu em Minas Gerais, mas veio morar no estado aos sete meses. Nunca retornou à terra natal e se diz pernambucana. Na infância, sofreu bullying devido à semelhança do nome ao de sobremesa de chocolate. 

Participou das séries Clandestinos e Louco por elas, ambas da Globo, e fez sucesso como a periguete Brunessa em Cheias de charme. O trabalho rendeu o convite para ser Marcina na nova versão de Saramandaia, de Ricardo Linhares, que deve estrear em junho. Vai encenar o papel que, na versão de 1976, foi da marcante Sônia Braga. Mas o desafio não a inibe. 




Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2013/05/22/internas_viver,440725/atrizes-pernambucanas-para-o-brasil-ver.shtml




COM INVESTIMENTOS DE U$ 50 BI, NORDESTE VIRA ROTA DE GRANDES EMPRESAS

Obras no porto de Suape (PE), um dos  que mais recebem investimentos
Já se foi o tempo em que as belas praias impulsionavam quase solitariamente a economia do Nordeste. Nos últimos anos, a região deixou de apenas atrair turistas e passou a ser receptora também de investimentos de peso, ajudando os Estados a se industrializarem. Nos últimos cinco anos, o Nordeste passou a atrair grandes investimentos. Entre os setores, estão fábricas de carros e motos, refinarias, estaleiros e siderúrgicas. A região tem perspectivas de receber mais de R$ 100 bilhões. Somente nos três maiores polos de desenvolvimento da região -Suape (PE), Pecém (CE) e Camaçari (BA)-, os investimentos captados nos últimos cinco anos e projetados até 2015 somam cerca de R$ 98 bilhões, segundo dados levantados pelo UOL.

Fora os principais polos, o Nordeste ainda conta com outros grandes empreendimentos em andamento, como a nova fábrica da Fiat, que será instalada em Goiana (a 80 km do Recife). A montadora está investindo R$ 4 bilhões. Mesmo que de forma mais tímida, outros Estados também se se movem para atrair empresas.
No Maranhão, por exemplo, há expectativa pelo investimento de uma refinaria da Petrobras. Em Alagoas, um estaleiro do grupo Sinergy é prometido pelo governo do Estado e deve ser construído em Coruripe, no litoral sul do Estado. Além disso, todos os Estados receberam grandes redes de magazine, supermercados e comemoraram construções de novos shoppings.

"A existência de uma infraestrutura [estradas, portos, aeroportos, energia] melhorada nestas duas últimas décadas, a presença de várias cadeias produtivas espalhadas pelos Estados, um mercado de consumo crescente e a permanência de incentivos fiscais, explicam a atratividade de projetos industriais para a região nordestina nestes últimos anos", diz o economista Cícero Péricles, professor da Universidade Federal de Alagoas e doutor em economia regional.

Fonte: Uol - http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/19/com-investimentos-de-mais-de-r-100-bi-nordeste-vira-rota-de-grandes-empresas.htm




DONA SANTA SANTO HOMEM - PERNAMBUCO NA MODA DE ALTISSIMO LUXO E BOM GOSTO


As empresárias Lília e Juliana Santos, com 17 anos dedicados à moda, têm orgulho de ter colocado a Dona Santa I Santo Homem no topo da lista das melhores lojas do Brasil. Localizada em um ambiente de 1.600 m2, em Boa Viagem, o espaço reúne as mais consagradas marcas nacionais e importadas, um verdadeiro patrimônio fashion que é referência até mesmo fora do país.

Qualidade, atendimento de excelência e conforto traduzem o conceito criado pelas empresárias na forma de comercializar moda. Elas apostam na filosofia de que é preciso apresentar os melhores produtos, mas sem ostentação. No espaço aberto para todos, os estilos se encontram em busca dos melhores nomes do mercado nacional e internacional.

Dona Santa | Santo Homem é referência no assunto moda, porém seu conceito e planejamentos futuros vão além do universo fashion. O espaço, hoje, é sinônimo de novidades também em termos de estilo e comportamento. Sendo assim, a loja é ponto de convergência de personalidades da moda com desfiles renomados, exposições de arte e eventos que visam congregar os trendy setters da cidade.
 Apostando no crescimento constante dos mercados de luxo e fast fashion, a empresa acompanha estas evoluções simultâneas e se prepara para ambas, investindo em um conceito inovador. O novo espaço, no estilo “Shop in Shop”, estará localizado em frente ao atual, e será um complexo de luxo, com 5.000 m2. O formato, único no Brasil, traz marcas exclusivas e dispostas em lojas individuais além de restaurante e cabeleireiros.

Rua Professor Eduardo Wanderley Filho 187. Boa Viagem, Recife/PE - 51020-170

CNPJ: 00536661/0001-36
Fone comercial: 81 - 3465-3630 

http://donasanta.com.br



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LUXO DA FIAT VIRÁ DE PERNAMBUCO


A nova onda no mercado brasileiro é a nacionalização de carros de luxo. Isso já aconteceu no final dos anos 90, quando Mercedes Classe A e Audi A3 passaram a ser feitos no Brasil. 

Depois de anos de ausência, agora o mercado voltará a ter carros de luxo sendo feitos no país. A BMW já anunciou fábrica por aqui, o que deverá ser seguido pelas rivais Audi e Mercedes-Benz.


Mas não são somente os alemães que estão interessados nos ricos do Brasil. A Fiat quer um pedaço desse bolo Premium, por isso vai produzir carros de luxo em Goiana/PE. Claro, os novos luxuosos da italiana não levarão sua marca. Alfa Romeo e Chrysler possuem imagens muito mais sólidas, embora a primeira ainda sofra pelo passado no Brasil. 

Serão feitos três modelos para atender ao Brasil e América do Sul. Serão modelos em faixas de preço superiores aos da linha Fiat, mas no mesmo nível dos alemães de luxo feitos na região. 



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